O primeiro dia da nova concessão do serviço de transporte público marítimo de passageiros e cargas entre as ilhas, que arrancou esta sexta-feira sob a liderança da empresa portuguesa Transinsular, foi marcado pela confusão. Pelo menos foi isso que se verificou no cais de cabotagem do Porto Grande. Ninguém sabe quem são os responsáveis por esta empresa em São Vicente e nem quem deve vender as passagens nas viagens entre São Vicente e Santo Antão. Por causa disso, o Inter-ilhas esteve a operar quase vazio, enquanto que muitos ficaram em cima do caís sem conseguir viajar.