Bravense no mundo: Eugenio Sena, em Portugal

  • 28/11/2017 10:33

 

Nascido na Ilha Brava aí passou a sua infância. Viria a viver sempre em Portugal e por isso gosta de se apresentar como um cabo-verdiano de gema, amante da sua Ilha Brava, e defensor do orgulho pelo Maravilhoso Espírito Cabo-verdiano.

Fez a Quarta Classe do Ensino Primário na Ilha Brava, a admissão ao Liceu Gil Eanes em São Vicente mas logo seguiu para Lisboa escolhendo a via do Ensino Técnico Profissional a caminho de uma licenciatura em Ciências Económicas e Financeiras. Completado o Curso Geral de Comercio na Escola Veiga Beirão, diplomado pelo Instituto Superior Comercial de Lisboa, segue para a Suécia para formação de Marketing e Técnica de Vendas nas Linhas Aéreas. Por amor às letras, Já empregado faz o Curso Geral dos Liceus no Liceu Pedro Nunes e entra na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Filologia Germânica aperfeiçoando o Alemão e Inglês. Aí só está uma tese para defender...

Na Suécia integra os quadros da SAS Scandinavian Airlines, à época a maior rede aérea europeia de transportes. Baseado em Lisboa numa equipa com antigos colegas da Veiga Beirão promove o tráfego entre Portugal e o Japão na recente Rota Polar e com êxito ajuda a levar grupos de novos empresários ao Japão ao encontro das grandes multinacionais cheias de mercadorias para exportar.
Numa longa carreira de quarenta anos chega a Direção Comercial em Lisboa, transportando portugueses á Escandinávia e ao Sol da Meia-noite na Noruega, militares e civis para Timor e Macau, operários para construir palácios do Senhor Saddam Hussein, turistas para o Brasil Argentina e Chile nas rotas da SAS. Colabora com a TAP na feitura de manuais e abertura de novos serviços, controle de preço de passagem e carga para o mercado em Portugal. No fim dessa carreira com a experiência e o dinheiro que ganhou realizou um sonhou e abriu um dos primeiros hotéis de turismo rural no coração de Sintra. A Quinta Verde Sintra[ www.quinta verde Sintra.com ], conquistou o mercado português e internacional e é frequentado por alemães holandeses e belgas. Com uma ocupação acima da média em Sintra criou cerca de dez postos de trabalho dentro da família e não só. Tem recebido para estagio alunos de escolas profissionais com preferência para filhos de Cabo-verdianos estudando nessas escolas e vivendo em Sintra.

Atribuída a Eugénio Tavares a Ordem do Dragoeiro, o Presidente Mascarenhas Monteiro faz-lhe o fiel guardião dessa condecoração em reconhecimento pela recolha proteção e divulgação do espólio cultural de Eugénio Tavares, seu tio-avô. Motivado por isso criou com fundos seus a Fundação Eugénio Tavares na Quinta Verde Sintra patente no site Eugeniotavares.org. Neste momento vive em família, esposa, dois filhos, duas noras e quatro netos. Trabalha na Quinta Verde Sintra, Sede da Fundação e descansa na sua casa de São João do Estoril refletindo e preparando a musealização da Casa Museu na Brava. Acalenta o sonho - Avançar com o Projeto “Contributo de Eugénio Tavares para que a Morna seja Património da Humanidade” e a sua musealização na Casa Museu na Brava. E de malas feitas a caminho do Fórum para o qual foi convidado gostaria de ter a oportunidade de lá dizer e disse que o Turismo vai avançar na Brava e é possível uma Casa de Turismo Rural desta vez não em Sintra mas na Cidade de Nova Sintra em Cabo Verde.

Na sua casa do Estoril rodeado de um património da FUNDAÇÃO EUGÉNIO TAVARES e que a família que recolheu, protegeu e divulgou a obra em 60 anos.
A FUNDAÇÃO EUGENIO TAVARES e o NUCLEO dos familiares de EUGÉNIO TAVARES preconizam...

1.Historiar o dia de EUGÉNIO TAVARES, mais tarde o dia da COMUNIDADE E DA CULTURA CABO - VERDIANA desde 2005 a 18 de Outubro de 2016.
2. Criar um museu virtual na sua casa residencial no Estoril, em apoio a casa museu da Ilha Brava.
3.A recolha a proteção e a divulgação continua agora apoiado virtualmente e na casa da família em São João de Estoril.
Saudações Cabo-verdianas 
Fundação Eugénio Tavares - Sintra