EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã; primeiras explosões aconteceram em Teerã

Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques militares contra alvos no Irão, numa ação que marca uma nova e perigosa escalada das tensões na região. A ofensiva, confirmada por fontes oficiais citadas pela imprensa internacional, foi apresentada por Washington e Telavive como uma operação preventiva ligada a ameaças de segurança.

Feb 28, 2026 - 04:46
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EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã; primeiras explosões aconteceram em Teerã

Segundo as autoridades israelitas, os ataques tiveram como alvo infraestruturas associadas ao programa militar iraniano. O governo de Israel sustenta que a ação visou travar capacidades que considera uma ameaça direta ao país.

Fontes norte-americanas indicam que os EUA apoiaram a operação, sublinhando a necessidade de proteger interesses estratégicos e aliados no Médio Oriente.

Irão promete retaliação

A reação de Teerão foi imediata e dura. A liderança iraniana classificou os bombardeamentos como uma “agressão flagrante” e prometeu uma resposta proporcional.

Meios de comunicação estatais iranianos relatam que o país poderá atingir bases militares norte-americanas na região, aumentando o receio de um conflito mais amplo. O Irão afirma que se reserva o direito de responder no momento e local que considerar adequados.

Região em estado de alerta

Após os ataques, Israel colocou o país em alerta máximo, reforçando sistemas de defesa aérea e medidas de segurança interna. Nos países vizinhos e em várias bases dos EUA no Médio Oriente, forças militares também elevaram o nível de prontidão.

Analistas internacionais alertam que a troca de ataques diretos entre as partes pode desencadear uma guerra regional, envolvendo aliados e grupos armados alinhados com Teerão.

Comunidade internacional preocupada

Vários países e organizações internacionais já apelaram à contenção e ao regresso à via diplomática, temendo que a escalada militar tenha consequências imprevisíveis para a estabilidade global e para os mercados energéticos.