TACV esclarece incidente técnico com aeronave e rejeita associações indevidas
A TACV esclareceu que a avaria técnica registada no Boeing 737-700 no dia 03 de maio levou ao cancelamento dos voos VR640 e VR641 por razões de segurança. A companhia garantiu assistência aos passageiros afetados e rejeitou associações indevidas do incidente a falhas sistémicas.
A TACV esclareceu esta terça-feira os detalhes relacionados com a avaria técnica registada no passado dia 03 de maio envolvendo a aeronave D4-CCI, um Boeing 737-700, sublinhando que todas as decisões tomadas seguiram rigorosamente os protocolos internacionais de segurança operacional.
Segundo a companhia aérea, a aeronave estava programada para operar o voo VR640, no trajeto Praia – São Vicente – Paris, com partida prevista para as 08h00, quando foi identificada uma anomalia técnica antes da descolagem. Face à situação, o voo foi cancelado e a aeronave declarada AOG (Aircraft on Ground), ficando imobilizada para inspeção técnica e resolução da ocorrência.
A TACV afirmou que, por razões de segurança, todos os passageiros foram desembarcados e receberam assistência em terra, incluindo acomodação em unidade hoteleira, no âmbito dos procedimentos de contingência acionados pela transportadora.
Como consequência direta da indisponibilidade da aeronave, o voo VR641, no percurso Paris – São Vicente – Praia, previsto para o dia 04 de maio, também foi cancelado.
No entanto, a companhia esclareceu que o voo VR690, na rota Praia – Providence, realizado no mesmo dia, decorreu normalmente e sem qualquer impacto operacional relacionado com a avaria registada. A TACV explicou que este voo foi operado por outra aeronave, um Boeing 737 MAX8.
No comunicado, a empresa rejeitou “quaisquer tentativas de associação indevida” do episódio a alegadas falhas sistémicas, defendendo que a decisão de imobilizar a aeronave constituiu uma medida preventiva e responsável, alinhada com as melhores práticas da aviação civil internacional.
A companhia reiterou ainda que a segurança dos passageiros, tripulações e equipamentos permanece como prioridade absoluta, garantindo que continuará a prestar informações “com transparência e responsabilidade”.






















