Brava: Cruz Vermelha entrega mais de 100 cestas básicas aos idosos, deficientes e famílias carenciadas

  • 24/12/2019 18:10

Os voluntários da Cruz Vermelha fizeram hoje, domingo, a entrega de cestas básica a mais de cem famílias, um pouco por toda a ilha Brava, arrecadadas na campanha “Doe amor em forma de alimento”.

Sónia Coelho, presidente do Conselho Local da Cruz Vermelha disse em entrevista à Inforpress que a campanha decorreu na normalidade, fazendo uma avaliação “muito positiva” pelo envolvimento de todas as casas comerciais da ilha e do envolvimento da sua equipa de voluntários.

Além disso, salientou que houve uma “total abertura e apoio” por parte da equipa cessante, que lhes orientou e apoiou em cada fase do processo desde a recolha à identificação dos beneficiários.

“Ficámos super satisfeitos, uma vez que tivemos poucos dias na realização da campanha e foi possível arrecadar uma quantidade bem expressiva de alimentos que permitiu-nos beneficiar mais de cem famílias nesta fase”, informou a presidente.

A campanha foi realizada somente nas casas comerciais, não tendo tido ainda a necessidade de sair porta-a-porta, uma vez que, conforme destacou Sónia Coelho, a solidariedade bravense foi demonstrada nas lojas.

Facto este, que levou a dirigente a agradecer o povo da ilha pela bondade apresentada e apelou que continuem com este sentimento, apoiando os que mais necessitam.

Hoje, os voluntários saíram às ruas de todas as zonas da ilha, entregando aos idosos, acamados, pessoas com deficiências e algumas famílias mais carenciadas o seu “sinal de amor, solidariedade e compaixão” para esta época festiva.

Segundo a mesma fonte, a campanha já foi alargada até o mês de Janeiro, e na ilha, à semelhança das outras vão continuar, mas as cestas que já tinham arrecadado queriam entregá-las antes mesmo do Natal e mais tarde, no final da campanha podem reforçar as cestas aos mais necessitados.

Para estas famílias, esta foi uma das “melhores” demonstrações de afecto e carinho que receberam nesta época, onde alguns choraram de emoção, tiveram a oportunidade de conversarem e desabafarem diante de pessoas que lhes escutaram “com atenção”.

E aqueles que fizeram este trabalho garantiram que foi um dia “diferente” e que a sensação que tiveram ao demonstrar todo o amor e o carinho a estas pessoas que retribuíram na “mesma intensidade”, não há explicação.

MC/ZS

Inforpress/Fim