Brava: Equipa da ADECO sensibiliza população sobre a existência da instituição e que postura ter para um melhor serviço

  • 30/11/2018 03:48

Uma equipa da Associação para a Defesa do Consumidor (ADECO) realizou uma série de campanhas de sensibilização na ilha Brava, dando a conhecer a associação, missão e objectivos.

A Associação para a Defesa do Consumidor veio a ilha para “reforçar” os contactos institucionais, pois, conforme Marco Cruz, membro da direcção da ADECO, só através de uma acção conjunta é que se pode abordar as questões do consumo no país.

“Viemos aqui porque constatamos que é uma ilha que se debate com necessidades várias, que tem a ver com bens essenciais e que os cidadãos aqui estão a exigir para uma melhor acesso e qualidade, nomeadamente a questão da água, transporte, serviços e cuidados médicos, preços elevados, a qualidade dos bens alimentares e outros”, salientou Marco Cruz.

Ou seja, com esta visita, a ADECO pretende marcar uma presença mais frequente na ilha e tentar “dar visibilidade” a estas reivindicações dos bravenses.

Com esta vinda, o grupo aproveitou e fez uma campanha de sensibilização em alguns pontos da ilha, nomeadamente na Praça Eugénio Tavares e aos alunos da Escola Básica de Nossa Senhora do Monte (EBNSM).

Na praça, passaram informações sobre a associação, mostrar que possuem um leque grande de assuntos a abordar e transmitir a mensagem de que a ADECO quer estar junto das pessoas, e mostrar aos consumidores que só tendo uma postura “pró-activa e mais reivindicativa” que se pode ter melhores serviços e produtos.

Aos alunos da EBNSM, falaram não só da associação, como também da “Cidadania ambiental”, onde no final, desafiaram a cada um aluno a plantar uma árvore, para manter a ilha sempre verde.

Não obstante a isso, explicaram-lhes a utilidade do livro de reclamação, como se faz uma reclamação e onde se encontra, falaram da defesa dos consumidores e da carta dos direitos e deveres dos doentes.

Segundo Marco Cruz, se a ADECO está a pretender mudar as posturas, é desde a tenra idade que tem de começar a trabalhar as crianças, que consomem hoje, e mais tarde serão os consumidores adultos e é por isso que estão a começar a forjar os futuros consumidores do país.

 

Inforpress/fim