Brava: Piscinas naturais de Fajã e praia de Cadjetinha serão dotadas de melhores condições para Verão de 2020

  • 08/08/2019 04:34

As zonas marítimas balneares identificadas este ano na Brava serão dotadas de melhores condições, que permitem melhor e maior segurança para que as procuram.

A informação foi avançada à imprensa pelo presidente da Câmara Municipal da Brava, Francisco Tavares, aquando de uma visita do director de Saneamento Ambiental, na Direcção Nacional do Ambiente (DNA), Floresvindo Furtado, à ilha.

De acordo com o director da área do saneamento ambiental, esta visita à Brava tem como objectivo, a elaboração de uma portaria sobre as zonas marítimas balneares, processo este que deve ser feita anualmente.

Segundo o mesmo, todas as praias têm de serem identificadas por portaria e, para isso, têm de fazer auditorias a todas as câmaras municipais, no sentido de informarem quais as praias que consideram balneares.

É um processo desembocado entre a DNA e o Instituto Marítimo Portuário, e a partir do momento da identificação das praias, vão para a consulta pública que é feita entre Outubro e Novembro e legalmente, a portaria tem de estar publicada até 31 de Dezembro.

Floresvindo Furtado realçou que todas as praias balneares identificadas este ano são consideradas legalmente praias balneares para 2020 e, em 2020, tem de ser desencadeado o mesmo processo e sucessivamente, de acordo com o decreto lei nº 30 de 2015.

Tendo em conta que na ilha a maioria das praias são de calhaus, muito pouca areia, o mesmo explicou que a nível de definição de praias e zonas balneares, não tem de ser propriamente areia, podendo ser piscinas naturais como a de Fajã d´Água, pedras ou areia.

Neste momento, foram identificadas duas zonas balneares, Cadjetinha e as piscinas naturais, e que, em princípio, conforme adiantou, vão constar na proposta que vai para a consulta pública.

Por seu turno, o edil Francisco Tavares salientou que para além da ilha ser muito fresca, no Verão há muita procura, principalmente das piscinas naturais em Fajã e da praia de Cadjetinha na localidade de Furna.

Elucidou, que a vantagem deste processo, é que a partir do próximo ano, pelo menos nestas duas zonas balneares, a câmara municipal e as outras entidades, têm de reunir algumas condições, como é o caso de nadadores salvadores, sinalizações, colocação de bandeiras de permissão ou proibição e o mais importante, é a realização de estudos da qualidade da água destas zonas, para transmitir maior garantia, mais confiança nas instituições públicas e nesta área na ilha.

MC/CP
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