Ilha Brava/Autárquicas/Balanço: Governo “mais cooperante” neste mandato permitiu muitos ganhos em todos os sectores – Edil

  • 25/09/2018 15:26

O edil da ilha Brava, Francisco Tavares, faz um balanço “extremamente positivo” do desempenho, a meio percurso, da câmara, sublinhando “ganhos visíveis” em todos os sectores, graças ao Governo que “tem sido mais cooperante”.

Em entrevista/balanço à Inforpress, na sequência do segundo ano do segundo mandato desta equipa camarária liderada pelo Movimento para a Democracia (MpD), Francisco Tavares lembrou ainda que o primeiro mandato permitiu “a estabilização financeira” da autarquia, e o segundo está a servir para a “implementação” dos projectos.

O autarca fez questão de realçar que, neste segundo mandato, a câmara conta com uma “maior cooperação”, por parte do Governo central, tendo “mais verbas à disposição”, através dos diferentes fundos e contratos-programa.

Francisco Tavares destacou igualmente os investimentos realizados a nível social, cultural, do desporto, da educação, a nível do desenvolvimento turístico, saúde e saneamento da ilha entre outros.

Segundo o mesmo, foram dois anos em que a câmara investiu “fortemente” na área social, tutelando todas as actividades do Centro de Desenvolvimento Social (CDS), e também com alguns contratos-programa, com vista a melhorar a situação de várias famílias, com reabilitação de várias habitações, construção de casas de banho às famílias mais carenciadas, entre outras intervenções feitas na área.

Ainda neste quesito, o autarca referenciou um contrato-programa realizado com o Ministério da Solidariedade Social que permitiu à câmara “subsidiar” os munícipes de baixa renda, consultas, evacuações e outros suportes a nível da saúde.

Outro sector que mereceu uma certa atenção da equipe camarária, de acordo com Francisco Tavares, foi o sector educativo, onde os alunos têm transportes totalmente gratuito e investiu-se uma grande parte do orçamento municipal para permitir mais avanços e ganhos na área, desde o pré-escolar ao ensino superior.

A nível do turismo, visto que o objectivo da câmara e de outras entidades é “tornar a ilha num destino turístico, oferecendo-lhes algo diferente das outras ilhas”, a mesma fonte avançou que já tiveram “ganhos visíveis” e o projecto continua.

Mencionou igualmente o projecto de dinamização turística da ilha, que já está sendo implementado por fases, aguardando a edição de um guia turístico desdobrável, formação aos jovens na área e o lançamento de um livro de promoção da ilha através de imagens, que será colocado no mercado no próximo ano.

O desporto e a cultura também foram abrangidos pelo orçamento da câmara, com apoio às equipas da ilha em vários sentidos, incentivando também a prática do atletismo, assim como têm feito “vários esforços” no sentido de reactivar as equipas de andebol e voleibol, “que outrora já deram o seu contributo”.

Na cultura, a cooperação com a associação Sete Sóis Sete Luas, foi motivo de destaque, uma vez que, de acordo com Francisco Tavares, a edilidade apoiou a promoção da Banda Sete Luas Band. Além disso, a autarquia tem apoiado os artistas locais em todas as deslocações e participações em vários certames, disse o edil.

Como desafios, o presidente da Câmara Municipal da Brava adiantou que é “continuar a trabalhar”, embora a ilha esteja a enfrentar “um grande problema”, que é “falta de recursos humanos em certas áreas”.

Como explicou o edil, se antes o problema era o “financiamento”, agora é a “falta de profissionais” em determinadas áreas, para conseguir dar vazão à quantidade de projectos e as suas exigências, para obter os fundos que o Governo “coloca à disposição da ilha”.

O “compromisso”, assegurou, vai continuar, em todos os níveis, com destaque para o “social”, cultural, com a musealização da Casa de Eugénio Tavares e outros investimentos no centro histórico da ilha, como também na área do saneamento e da saúde.

Francisco Tavares disse estar “convicto” de que a câmara está a trabalhar em prol do desenvolvimento da ilha e na melhoria das condições sociais e de outras áreas carentes que a ilha tem.

 

Inforpress